ACERVO

PRODUTOS AUDIOVISUAIS

ATÉ O SOL RAIÁ

Até o sol raiá é um conto de fantasia e de celebração ao imaginário nordestino. Personagens criados por um artesão em barro ganham vida própria e agitam uma pacata vila sertaneja numa noite de festa. Animado em 3D, o curta-metragem funde a tradição do artesanato em barro com o cangaço, numa referência a dois ícones da cultura do Nordeste. 12 minutos.

TEJUCUPAPO -UM FILME SOBRE MULHERES GUERREIRAS

Filmado em 35mm, o filme mostra, em linguagem documentária, a peça encenada anualmente ao ar livre pelo Clube das Mães de Tejucupapo (Zona da Mata pernambucana) em comemoração ao aniversário da vitória das mulheres do local sobre os holandeses no século XVII. Depoimentos tomados no cotidiano das principais intérpretes do espetáculo registram, em paralelo, a luta das trabalhadoras da Tejucupapo de hoje pela subsistência. 26 minutos

RAÍZES DO FOLE- ORIGENS

O primeiro episódio conta a evolução dos instrumentos de fole ao longo da História, desde os mais rudimentares, feito estômagos de animais e varas de bambu, até o , acordeom, na forma como hoje ele é conhecido. O documentário mostra também ritmos de diversos países europeus, como se deu a chegada do bandoneon na Argentina e o sentimentalismo do Tango. Um dos destaques desse programa é o virtuose Oscar dos Reis, um dos poucos brasileiros a tocar o acordeon cromático. . 25 minutos.


RAÍZES DO FOLE - HERANÇA EUROPÉIA

O segundo documentário mostra a chegada dos primeiros acordeons ao Brasil pelas mãos dos imigrantes, a ascensão e queda da indústria desses instrumentos no país. O vídeo traz também a tradição gaúcha no uso das gaitas e apresenta outros parentes da sanfona, como a gaita escocesa, a concertina e as harmônicas. O destaque fica por conta do pernambucano Tavares da Gaita, que fabrica seus próprios instrumentos. 25 minutos.


RAÍZES DO FOLE - DE PAI PRA FILHO

No terceiro programa da série, a tradição familiar de tocar sanfonas e a influência dos pais sobre os meninos que se iniciam na profissão ainda crianças. Em outras seqüências, as mulheres que enfrentaram o preconceito seguindo a carreira musical e os cegos que venceram barreiras, tornando-se profissionais. O destaque é Sivuca, considerado um dos maiores acordeonistas do mundo. 25 minutos.


RAÍZES DO FOLE - SOTAQUE NORDESTINO

O quarto documentário traz o sotaque nordestino no uso da sanfona, a influência de Luiz Gonzaga sobre músicos de várias gerações e os altos e baixos do forró. O programa trata também da paixão dos instrumentistas pelo acordeon, que muitas vezes chega próximo ao fanatismo. O destaque é Hermeto Pascoal, considerado um bruxo dos sons. 25 minutos.

CHORÕES– A ÉPOCA DE OURO

Mostra a tradição do choro e a recente revitalização do gênero. Entre os entrevistados, músicos como Jorginho do Pandeiro, do Época de Ouro, conjunto criado por Jacob do Bandolim. O programa traz um depoimento da violonista Dona Ceça, que em 1958 viajou num jipe do Recife até a casa de Jacob do Bandolim, no Rio, em companhia de Canhoto da Paraíba e importantes compositores nordestinos da época. 48 minutos

CHORÕES– GALHO SECO

Este episódio faz uma homenagem ao cavaquinista Antônio da Silva Torres, Jacaré, além da participação de Silvério Pontes e Zé da Velha, que tocou com Pixinguinha. Mostra os quintais de São Paulo onde o choro é executado por novos artistas, mostrando o vigor do gênero. 48 minutos

CHORÕES - FORMAÇÃO

O programa mostra os principais centros de formação do ritmo no Brasil: a Escola Raphael Rabello, em Brasília, e a Escola Portátil de Música, no Rio de Janeiro - que reúne mais de 500 alunos e tem como professores “chorões” renomados como Mauricio Carrilho, Luciana Rabello, Pedro Amorim, Celsinho Silva, Pedro Aragão, além do produtor e compositor musical Hermínio Belo de Carvalho. 48 minutos

LIGAÇÕES

Um passeio pela geografia, história, arquitetura e meio ambiente da cidade do Recife por meio das pontes centrais que ligam a cidade e o que acontece em seu entorno é a proposta deste documentário. As pontes, além de serem a conexão do transitar, serviram e servem de inspiração para escritores, poetas, pintores, músicos e tantos outros artistas.20 minutos

MAMULENGOS

Registro do trabalho dos mamulengueiros remanescentes da Zona da Mata pernambucana. O programa mostra espetáculos realizados na zona rural e em áreas urbanas, além de entrevistas com artistas que preservam a brincadeira. Mostra também o trabalho de artesãos e trata da preservação do mulungu, árvore que fornece matéria-prima para confecção dos bonecos. 56 minutos.

VALE DOS POETAS

A poesia flui em abundância no sertão do Pajeú sob a forma de versos, cordéis, canções e cantorias. A São José do Egito, conhecida como a capital da poesia, cidade natal de Lourival Batista, acorrem poetas de toda a região onde se exibem em feiras, bares e praças. 21 minutos.

VALE DOS POETAS II

No Vale do Pajeú, há um ditado que diz: quem não é poeta é louco e quem é louco faz poesia. Dos moradores da região, a maioria desenvolve a arte da poesia e da cantoria desde a infância. 21 minutos.

JUDEUS NO RECIFE

Soltas em meio à paisagem urbana estão as marcas deixadas no Recife pelos judeus no século XVII. Aqui, construíram a primeira Sinagoga das Américas e muitos outros prédios. Ao recontar a história da passagem judaica pela capital pernambucana, a Página 21 revela a influência cultural que a cidade sofreu e que foi decisiva para os destinos da capital dos mascates. 21 minutos.

VALE DO CATIMBAU

O Vale do Catimbau, no município de Buíque, tem uma das maiores concentrações de pinturas rupestres do país. São dezenas de sítios, nos quais, além das pinturas, muitos foram os achados arqueológicos. Região de belas paisagens, o vale tem atraído ecoturistas e despertado os místicos. 21 minutos.

FOLHETOS

Este programa mostra a riqueza da literatura de cordel e a arte da xilogravura que ilustra esses romances populares, a venda nas feiras, a produção no interior, os principais poetas e artistas. 21 minutos.

OLINDA, RUA DO AMPARO

A cidade Patrimônio da Humanidade não só tem carnaval. Diz a "lenda" local que Olinda reúne a maior concentração de artistas plásticos por metro quadrado. A tradicional rua do Amparo transformou-se numa imensa galeria de arte, atualmente reforçada também pela arte culinária.21 minutos.

FORRÓ E CANGAÇO

Na Fazenda São Miguel, no município de Serra Talhada, nasceu Virgulino Ferreira, O Lampião. Lá, revela-se o legado cultural deixado pelo cangaço. Os grupos de forró pé-de-serra e o xaxado, além de belas memórias dos contemporâneos do mais famoso cangaceiro. 21 minutos.

RITMOS DO CABO

O Cabo de Santo Agostinho recentemente adquiriu mais destaque na mídia nacional por causa da hipótese histórica de ter sido o primeiro local do país atingido pelos navegadores, antes mesmo da esquadra de Cabral. Mas Pernambuco e o país desconhecem que no município do Cabo está uma verdadeira mina de talentos musicais e manifestações folclóricas. 21 minutos.

RIQUEZA SACRA

No início do Brasil, Pernambuco foi a mais rica das províncias. E à medida que os colonizadores avançavam em suas conquistas, seus passos eram seguidos pela Igreja Católica. Desse processo resultou, para a Igreja no estado, um dos grandes acervos de arte sacra do país. Percorrendo as igrejas de municípios como Recife, Jaboatão, Olinda, Igarassu e Goiana. 21 minutos.

A BANDA

As bandas de música, tradicionais nas cidades interioranas, já tiveram sua época de ouro. Felizmente ainda não passaram. Em Goiana, por exemplo, duas bandas, esquicentenária a Curica e a Saboeira, mantém até os dias atuais uma grande rivalidade entre elas. Em alguns municípios, as bandas são verdadeiras escolas de música para a população. Muitos compositores e arranjadores de frevo tiveram nas bandas a sua primeira formação. 21 minutos.

FILHOS DE JUREMA

Pernambuco é conhecido, no país, como a "terra do frevo e do maracatu". Esquecido dos divulgadores está o Caboclinho, manifestação cultural de muito vigor em diversos municípios, a exemplo do Recife, Escada, Cabo, Goiana e Camaragibe, onde está a maior concentração. Trata-se de uma "brincadeira" carnavalesca que tem, inclusive, como o Maracatu, um caráter religioso. 21 minutos.

SAMBA DE "VEIO"

O samba de "véio", desconhecido do país, é mais uma modalidade dos ritmos afro-brasileiros. Aproximado ao samba de roda, este ritmo é expressão cultural da população da Ilha de Massangano, formada por pescadores e lavadeiras, em pleno rio São Francisco, Petrolina. As batidas rápidas nos tambores geram uma dança frenética e contagiante, única no Brasil. 21 minutos.

NANÁ E OS MARACATUS

Mostra desde os ensaios do músico Naná Vasconcelos regendo duzentos batuueiros de nações de maracatus do Recife até a celebração de abertura do carnaval do Recife em 2003, juntando a batida do maracatu com a música de de Villa-Lobos. 21 minutos.